Resumo
O objetivo do estudo foi avaliar a remineralização do esmalte dentário com solução fluoretada, após uso excessivo de gel para clareamento dentário. Quarenta corpos de prova
foram obtidos a partir de 20 terceiros molares humanos hígidos. Os dentes foram incluídos
e tiveram suas superfícies planificadas e polidas com lixas d’água de carbeto de silício de
granulações decrescentes (400, 600, 1200, 1500 e 2000). Metade das superfícies de cada
corpo de prova foi impermeabilizada com verniz cosmético de modo a proteger dos agentes
clareadores, atuando como grupo controle (Gc). Em seguida, os corpos de prova foram divididos de forma randomizada em 4 grupos: G16 – 3 sessões de clareamento com peróxido
de carbamida a 16%; G16F – 3 sessões de clareamento com peróxido de carbamida a 16%
e posteriormente fluoretado; G22 – 3 sessões de clareamento com peróxido de carbamida a
22%; G22F – 3 sessões de clareamento com peróxido de carbamida a 22% e posteriormente
fluoretado. Todos os corpos de prova foram submetidos ao teste de dureza Vickers. Os grupos Gc (314,93±46,20 VHN) e G16F (283,03±77,04 VHN) apresentaram as maiores médias
de dureza superficial. Os demais grupos (G-16 – 238,80±68,02 VHN; G-22F – 218,73±58,64
VHN; G-22 – 197,73±41,0 VHN) apresentaram médias estatisticamente inferiores aos grupos
G-C e G-16F, não diferindo entre si. Concluiu-se que o excesso de clareamento foi prejudicial
sobre a superfície do esmalte dentário, sendo minimizado pela aplicação da solução fluoretada. A diminuição da desmineralização foi mais evidente quando se utilizou a concentração
de 22% de peróxido de carbamida.
Descritores: Clareamento dental, esmalte dentário, fluoreto de sódio, peróxidos.
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Informações Gerais
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