Os autores apresentam uma revisão da literatura sobre o papel da dieta na manifestação da má oclusão, rediscutindo a teoria clássica de Begg (1). Faz-se um contra-ponto com os estudos mais recentes, que avaliaram a influência da mudança da dieta na manifestação da má oclusão em animais, assim como com as investigações arqueológicas em populações primitivas, adicionados aos estudos em populações indígenas brasileiras. O resultado dessa análise de revisão foi que, embora o papel da dieta na manifestação da má oclusão seja aceito no meio acadêmico e científico, e ratificado em estudos experimentais com animais, diversas investigações, examinado populações humanas primitivas, incluindo indígenas brasileiros, não dão suporte aos princípios definidos por essa teoria.






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