Resumo
Os resultados clinicamente favoráveis obtidos nas reabilitações implantossuportadas estão fortemente associados à disponibilidade óssea dos rebordos a serem reabilitados. Diversas técnicas têm sido descritas para aumentar o volume e altura óssea alveolar, incluindo
a regeneração óssea guiada com base na utilização de membranas reforçadas com titânio
que visam melhorias na manutenção dos espaços, na obtenção do ganho ósseo vertical e
horizontal em rebordos edêntulos atróficos. Objetivo: Este artigo propôs o relato de um caso
clínico de aumento de volume ósseo de maxila total, por meio da associação de 1:1 de osso
autógeno particulado com beta tricálcio fosfato e uma malha de titânio, com o objetivo de
reter o material de preenchimento. Conclusão: Com base na literatura e no resultado obtido
nesse trabalho, pode-se concluir que o uso da malha de titânio com enxerto ósseo autógeno
e biomaterial associado ao Plasma Rico em Fibrina, pode ser considerado uma alternativa
promissora para a reabilitação de maxilas atróficas.
Descritores: Titânio, transplante ósseo, maxila, implantes dentários, regeneração óssea.
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Maxilas atróficas: reconstrução óssea utilizando osso autógeno particulado, biomaterial e malha de titânio associado ao plasma rico em fibrina – relato de caso"
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Revisão sistemática sobre o tratamento combinado de ácido hialurônico e toxina botulínica “A” na harmonização facial
Refinando a escultura labial agulha X microcânula – relato de caso
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Tratamento ortodôntico e cirúrgico com a técnica lingual
Fios de polidioxanona – relato de caso
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão
Coluna Point of View – Arco Multiloop na Ortodontia da Era Digital. Quando, Por que e Para Quê?
Como realizar a análise tridimensional das vias aéreas superiores em pacientes ortodônticos?
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Lifting facial com fios de polidioxanona espiculados (PDO) em paciente com assimetria facial
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Reparação óssea no implante dental
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole 
Ainda não há avaliações.