O objetivo do presente trabalho foi analisar a influência do emprego de tampão de MTA na
melhora do selamento em obturações endodônticas. Vinte e seis dentes uniradiculados que foram
abertos, realizou-se a ondontometria e efetuou-se a instrumentação, padronizando-se o forame
até a lima tipo K#30, e então, confeccionou-se o batente apical com Lima tipo K #50, procedendose
os escalonamento até a lima tipo K #80. Durante todo preparo empregou-se o hipoclorito de
sódio a 1% e ao final EDTA por 3 minutos e irrigação final com solução fisiológica. Após a instrumentação,
os dentes foram impermeabilizados e divididos em dois grupos. No grupo 1 realizou-se
um tampão de 3mm de MTA e após 24 horas realizou-se a obturação. O grupo 2 efetuou-se a
obturação foi feita sem emprego de tampão. O cimento empregado para a obturação foi o AH Plus.
Finalizada as obturações, as coroas foram seladas e os dentes imersos em Rhodamina a 1% durante
72 horas. Concluído esse período, os dentes foram removidos do corante, lavados, raspados e seccionados
no sentido vestíbulo lingual. A hemisecção foi digitalizada conjuntamente com um régua e
a infiltração mensurada no Image Tools 3.1. Os resultados mostraram que a média de infiltração no
grupo com tampão foi de1,69mm, enquanto que no grupo 2 foi de 1,41mm. No confronto estatístico
pelo teste de Mann Whitney, não houve diferença significante. Concluiu-se que o tampão de
MTA não melhorou a capacidade seladora in vitro de obturações endodônticas.
Descritores: MTA, tampão apical, selamento apical
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Informações Gerais
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