Vol. 17 – Número 65– 2024
Página 93-99
Ariane Salgado Gonzaga1
Fernanda Bezerra Cabral Fagundes Potiguar2
Marcela Emílio de Araújo3
Ana Beatriz Arrais4
Olga Benário Vieira Maranhão5
Sergei Godeiro Fernandes Rabelo Caldas6
Resumo
Este estudo objetivou determinar o efeito do armazenamento em longo prazo nas características mecânicas dos elásticos intermaxilares e o período apropriado para substituição no uso clínico. 270 elásticos (135 látex e 135 sintéticos), 3/16” médio, foram submetidos a testes de tração uniaxial com estiramento de 200% até 600% dos seus diâmetros internos. Os elásticos foram divididos nos grupos “Como Recebidos” (CR, n = 15); armazenados em refrigerador por 3 anos (n = 60), e armazenados à temperatura ambiente por 3 anos (n = 60). Os grupos de elásticos armazenados foram subdivididos em 4 subgrupos (n = 15 cada): sem estiramento prévio (SEP); estiramento prévio simulando o ambiente intraoral por 24 horas (EP24h), 48 horas (EP48h) e 72 horas (EP72h). Quanto aos elásticos de látex, as forças expressadas pelo grupo SEP, independente da temperatura de armazenamento, permaneceram
similares às forças do grupo CR. Elásticos armazenados em temperatura ambiente de SEP até EP72h perderam aproximadamente 25 gF (p = 0.001), enquanto os refrigerados perderam em média 10 gF (p = 0.05). Sobre os elásticos sintéticos, o grupo SEP, independente da temperatura de armazenamento, ganhou, em média, 50 gF (p = 0.001) em comparação ao grupo CR. Os armazenados em temperatura ambiente, desde SEP até EP72h, perderam em média 30 gF (p = 0.001), enquanto os refrigerados perderam aproximadamente 50 gF (p = 0.001). Concluiu-se que os elásticos ortodônticos armazenados em longo prazo em suas embalagens originais expressam forças maiores do que os elásticos novos, e ao usar clinicamente elásticos armazenados a longo prazo, as substituições podem ser feitas a cada 72 horas sem perda da eficiência mecânica.
Descritores: Ortodontia, Ortodontia corretiva, aparelhos ortodônticos.
1 Saúde I – UESB
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
A Ortodontia como pilar na reabilitação do paciente com fissura labiopalatina
Fios de polidioxanona – relato de caso
Harmonizando face e sorriso
Verticalização de quatro molares simultaneamente com alça de correção radicular apoiada em miniplacas – relato de caso
Reparação óssea no implante dental
Archform x Nemocast – Comparação Entre Dois Softwares Ortodônticos
Utilização de miniparafusos com sistema de aparelhos autoligados na correção da Classe II em pacientes portadores de problemas periodontais
Como realizar a análise tridimensional das vias aéreas superiores em pacientes ortodônticos?
Abordagem ortodôntica na correção da Classe III com mordida aberta anterior com osteotomia sagital mandibular e mentoplastia – caso clínico
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Ortho Scinece - Nº 56
A modificação na inclinação axial dos incisivos superiores para a busca da estética, função e estabilidade
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole 


Ainda não há avaliações.