Resumo
As pesquisas sobre formas de arcos vêm demonstrando, desde o início do século 20, que um dos fatores
para manter a estabilidade pós-tratamento ortodôntico é não alterar consideravelmente a forma do arco
mandibular do paciente, a distância intercaninos e a distância intermolares. A proposta dessa investigação
foi idealizar uma forma de arco ortodôntica ideal ao paciente, observando a forma original, analisando
a necessidade ou não de fazer algumas modificações, considerando a forma, o diâmetro anterior
e o diâmetro posterior do arco mandibular. A recomendação é manter a forma do arco, caso este não
apresente alterações significativas. A metodologia proposta é prática, sobrepondo os templates sobre o
modelo de gesso inferior do paciente na região anterior pela vestibular de canino a canino e na região
de molares no terço cervical, exatamente no sulco gengival. Uma vez selecionada a forma apropriada
do arco ortodôntico ao paciente, confeccionar os arcos de aço sobre o diagrama apropriado que serão
utilizados no final do alinhamento, na fase da biomecânica (fechamento de espaços) e na fase de detalhe
e acabamento.
Descritores: Estabilidade, templates, diagrama, oclusão.
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