O presente estudo teve como objetivo determinar a posição de repouso da língua em indivíduos
com oclusão dentária normal e respiração nasal. A amostra foi composta por 66 radiografias
de indivíduos leucodermas com oclusão dentária normal, sendo 26 do sexo masculino e 40 do
sexo feminino, na faixa etária de 12 a 21 anos de idade. O critério utilizado para diagnóstico da
oclusão normal foi “As Seis Chaves para a Oclusão Normal” preconizada por Andrews(1). As telerradiografias
foram obtidas com o indivíduo em posição natural da cabeça, logo após a ingestão
de contraste de sulfato de bário, para evidenciar o contorno da língua. Posteriormente foi feito
o desenho cefalométrico das estruturas anatômicas estudadas, marcados os pontos cefalométricos,
traçadas as linhas e os planos, e por último obtidas as medidas lineares: comprimento e
altura da língua, distância do dorso da língua na sua porção média até o palato duro e a distância
entre a ponta da língua e a incisal do incisivo inferior. Constatou-se que não existe um padrão
único de posicionamento de repouso da língua na cavidade oral em pacientes respiradores nasais,
variando muito sua distância até a incisal dos incisivos inferiores, bem como até o palato
duro; houve uniformidade apenas no fato da língua tocar o palato mole em todos os indivíduos da
amostra. Não houve relação estatisticamente significante entre a posição de repouso da língua,
biotipo facial e dimorfismo sexual.
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Determinação da posição de repouso da língua em indivíduos com oclusão normal"
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Ativação de Alinhadores Ortodônticos Com Alicates – Uma Alternativa para Obtenção de Resultados
Archform x Nemocast – Comparação Entre Dois Softwares Ortodônticos
Reparação óssea no implante dental
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Reabilitação estética por meio de prótese ocular a base de PMMA - relato de caso
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão
Passou. E agora?
Como realizar a análise tridimensional das vias aéreas superiores em pacientes ortodônticos? 




Ainda não há avaliações.