Este estudo teve por objetivo avaliar a percepção visual da cor por estudantes de Odontologia,
utilizando diferentes fontes de luz. Trinta voluntários da 8ª fase do Curso de Graduação
em Odontologia da Universidade Federal de Santa Catarina, com idade média de 22 anos, selecionaram
a cor de um incisivo central superior de uma paciente usando as fontes de luz natural,
incandescente e fluorescente. Todos os participantes foram submetidos ao Teste Ishihara e
nenhum deles apresentou evidência de daltonismo. A cor foi previamente determinada por um
dispositivo de mensuração intraoral e esse valor foi utilizado como referência nas comparações.
Cada observador teve dois minutos para selecionar a cor com uma escala padronizada (VITA Linearguide
3D-Master). O grupo 1 (n=10) selecionou a cor com a luz natural vinda da janela (entre
10 e 12 horas), o grupo 2 (n=10) usou a luz do refletor, e o grupo 3 (n=10) usou uma fonte de
luz fluorescente. Não houve diferença estatística entre as três fontes de luz testadas (p˃0,05);
porém, a luz natural proporcionou o maior número de acertos (60%). Escores foram comparados
pelo teste Mann-Whitney, confirmando que menos erros ocorreram com o uso da fonte de luz
natural. Este fato reforça que a iluminação natural ainda permanece como a fonte de luz mais
adequada para a seleção visual da cor.
Descritores: Cor, luz, percepção de cores.
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