Resumo
O osso humano é um tecido de alta mutabilidade. Quando a reabsorção ósseo-alveolar
apresenta um nível elevado, a reabilitação oral é prejudicada, principalmente no caso das
reabilitações por implantes osseointegrados. Nesse sentido, os enxertos ósseos em bloco passaram a ser utilizados na reconstrução óssea, podendo esses ser autógenos, alógenos, xenógenos ou aloplásticos. Apesar de osso autógeno ser considerado padrão-ouro, uma série de
contratempos, como presença de segundo leito cirúrgico e maior dor pós-operatória, levou a
busca de uma alternativa nos enxertos alógenos. O objetivo desse estudo foi avaliar o ganho
ósseo (GO) e a reabsorção do bloco enxertado (RB) após a utilização de enxertos homógenos
para reconstrução óssea maxilar, bem como a relação destes com idade, tipo de tecido enxertado (TE) e espessura inicial de rebordo (EI). Utilizou-se 34 enxertos ósseos homógenos para
reconstrução óssea em 24 pacientes, de modo que, na tomografia do pós-operatório de seis
meses, foram analisadas as medidas de EI, GO, espessura óssea final (EF) e RB. Não se observou nenhuma reabsorção ou incorporação total dos blocos. O valor médio de GO foi 4,42 ±
1,43 mm e o de RB foi 2,04 ± 1,48 mm. Dos 34 blocos, somente dois apresentaram EF menor
que 5 mm. Os valores médios de GO e RB não mostraram diferença estatística quando relacionados à idade, TE ou EI. Concluiu-se que os enxertos ósseos alógenos são uma alternativa
de alta previsibilidade para aumento de volume ósseo maxilar, não parecendo ter relação com
EI, TE ou idade.
Descritores: Transplante homólogo, aumento do rebordo alveolar, implantação dentária.
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Avaliação do ganho ósseo em espessura com utilização de enxertos ósseos alógenos congelados"
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Cirurgia ortognática – a integração da ortodontia e cirurgia ortognática por meio de um diagnóstico craniofacial tridimensional em paciente com assimetria facial
Archform x Nemocast – Comparação Entre Dois Softwares Ortodônticos
Fios de polidioxanona – relato de caso
Como realizar a análise tridimensional das vias aéreas superiores em pacientes ortodônticos?
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Revisão sistemática sobre o tratamento combinado de ácido hialurônico e toxina botulínica “A” na harmonização facial
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Reparação óssea no implante dental
Coluna Ortodontia e Ideias – Tratamento de Mordida Aberta com a Técnica Ortodôntica Fixa Sem Bráquetes, com Tecnologia Tridimensional 3DBOT (Bracketless Orthodontics Treatment)
Lifting facial com fios de polidioxanona espiculados (PDO) em paciente com assimetria facial
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Coluna Point of View – Arco Multiloop na Ortodontia da Era Digital. Quando, Por que e Para Quê? 

Ainda não há avaliações.