Resumo
Este trabalho teve por objetivo avaliar a variação de temperatura na face vestibular e intra
câmara pulpar gerada por diferentes protocolos de clareamento em consultório. Um canino
superior humano foi seccionado abaixo da junção amelocementária e teve o interior de sua
câmara pulpar ampliado para receber uma pasta condutora térmica e o sensor do termômetro
digital termopar tipo K. A aferição da temperatura na face vestibular foi realizada com termômetro digital infravermelho com Mira Laser. Os protocolos de clareamento no dente selecionado foram distribuídos em doze grupos experimentais, variando-se a luz de ativação: luz híbrida LED e laser diodo (UltraBlue® IV–DMC), luz halógena (Spectrum Curing Light®, Dentsply
Caulk) e ultravioleta (Zoom! Lamp® – Discus Dental), e os tratamentos: sem gel clareador, Lase
Peroxide® (DMC), Whiteness HP Maxx® (FGM) e Whiteness HP® (FGM). Os resultados foram
submetidos à análise de variância a 2 critérios (ANOVA) e teste de tukey (p≤0,05). As maiores
elevações de temperatura (5°C) no interior da câmara pulpar foram observadas nos grupos
ativados com a lâmpada ultravioleta sem a utilização de gel e com Whiteness HP Maxx. A luz
híbrida apresentou menor aumento de temperatura (de 1,7 a 2°C). Em relação à temperatura
externa, a Zoom! Lamp também induziu o maior aumento, estatisticamente significante em
relação às demais. Tanto o gel clareador quanto a ativação por luz foram relevantes para o
aumento de temperatura no interior da câmara pulpar. Na face vestibular o aumento de temperatura deu-se pela ativação por luz, independente do gel utilizado.
Descritores: Clareamento dental, peróxido de hidrogênio, luz, temperatura.
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Informações Gerais
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Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar 





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