Um dos erros mais frequentes em reabilitação oral é a montagem incorreta dos modelos de gesso
no articulador. Os modelos de estudo e, principalmente, os modelos de trabalho, devem ser rigorosamente
posicionados numa relação funcional no articulador, que irá representar a maxila e a mandíbula
com a articulação temporomandibular e os movimentos mandibulares. O objetivo deste trabalho
foi avaliar através de um estudo laboratorial a precisão do articulador A7 Fix Bio-Art padronizado,
quando simuladores dos modelos são transferidos de um articulador para outro. Para a realização
desta pesquisa foram selecionados dez articuladores e desses, um foi designado como articulador
mestre. Foram confeccionadas peças que representassem as duas arcadas e essas foram montadas
no articulador mestre e transferidos para os outros nove articuladores e avaliado na transferência os
seguintes critérios: efetividade do contato com o carbono (avaliação vertical), coincidência dos parafusos
com os orifícios (avaliação horizontal), e coincidência do pino incisal com a linha cheia (avaliação
vertical). Os resultados encontrados foram de que em todas as transferências os três parafusos do
modelo superior coincidiram com as concavidades realizadas no modelo inferior; a relação de contato
interoclusal permaneceu em todas as transferências; somente em dois articuladores houve 1 mm
de discrepância em relação a linha cheia. Conclui-se que o articulador A7 Fix (Bio-Art) padronizado
permitiu o intercâmbio dos modelos de gesso entre os articuladores.
Descritores: Articuladores dentários, prótese dentária, registro da relação maxilo-mandibular.
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