A busca de técnicas e de materiais para reconstrução do tecido ósseo é constante. Atualmente,
o osso autógeno é considerado o padrão ouro. Enxertos ósseos homógenos surgiram
como alternativa, principalmente quando é necessária grande quantidade de material para
enxertia e quando da impossibilidade de um segundo sítio cirúrgico. Já a técnica de tunelização
modificada visa o restabelecimento da estrutura óssea, com menores danos aos tecidos e
com menor tempo cirúrgico, o que não ocorre nas demais técnicas. Paciente de 64 anos, sexo
masculino, apresentava reabsorção avançada da maxila e não desejava submeter-se a cirurgias
em nível hospitalar e/ou remover tecido ósseo autógeno de regiões doadoras possíveis.
Decidiu-se pela realização de enxertia óssea maxilar total através da Técnica de Tunelização
modificada com a utilização de osso homógeno proveniente de banco de ossos. Após 10
meses da intervenção cirúrgica foi observado clínica e tomograficamente ganho ósseo considerável
em altura e largura permitindo o planejamento cirúrgico para a colocação de implantes
dentários. Concluiu-se que na impossibilidade do uso de osso autógeno a utilização de
osso homógeno é um procedimento possível e que deve ser levado em consideração, porque
possibilita uma menor morbidade devido a não necessidade de um segundo sítio cirúrgico e
possibilita a obtenção de grande quantidade de material enxertivo. Já a técnica de tunelização
modificada é de fácil execução permitindo menor tempo cirúrgico e pequena morbidade, o
que revela o grande significado desta técnica e a importância de sua incorporação ao rol de
procedimentos enxertivos já existentes.
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