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Prevalência das fissuras labiopalatinas e da severidade da condição oclusal de pacientes atendidos em um centro de reabilitação de anomalias craniofaciais do estado do Rio Grande do Norte, Brasil


R$56,00

  Perguntas e Respostas

Vol. 18 – Número 69-70 – 2025

 

Página 76-84

Maria Wégila Gomes Félix Gomes
Jocélio Augusto Nogueira Júnior
Hallissa Simplício Gomes Pereira
Sergei Godeiro Fernandes Rabelo Caldas
Arthur César de Medeiros Alves

 

Resumo
Este estudo objetivou avaliar a prevalência das fissuras orais e da severidade da condição oclusal em pacientes com fissuras labiopalatinas atendidos no __________ entre 2021 e 2024. Foram analisados prontuários e modelos dentários de estudo para coletar dados sobre sexo, idade, naturalidade, tipo e lateralidade da fissura, presença de síndromes craniofaciais, realização de cirurgias reparadoras e grau de severidade da condição oclusal. Os índices Goslon e Bauru foram utilizados para avaliar a severidade das relações interarcos dentários em pacientes com fissuras transforame incisivo unilaterais e bilaterais, respectivamente. No total, foram atendidos 144 pacientes, com predominância de crianças do sexo masculino (56,9%). A fissura transforame incisivo foi a mais prevalente (50,7%). Fissuras unilaterais foram mais frequentes (67%), sem predileção por lado. A prevalência de síndromes craniofaciais foi baixa (16%). A maioria das cirurgias plásticas de lábio e palato foi realizada na primeira infância. Não foram
realizadas cirurgias de enxerto ósseo alveolar secundário ou ortognáticas. A maior prevalência de fissuras labiopalatinas foi observada na mesorregião do Leste Potiguar (71,5%), sobretudo no município de Natal (41,7%). Os índices Goslon e Bauru 4 foram os mais frequentemente observados (42,9% e 58,4%, respectivamente). Observou-se uma maior prevalência de fissuras transforame incisivo unilaterais não sindrômicas em recém-nascidos, crianças e jovens do sexo masculino que passaram por queiloplastia e palatoplastia na primeira infância, provenientes do Leste Potiguar. Essas informações podem ser úteis na formulação de políticas públicas direcionadas à prevenção e tratamento das fissuras orais, adaptadas à realidade local.

Descritores: Epidemiologia, desenvolvimento maxilofacial, fissura labial, fissura palatina.

1 Departamento de Odontologia – UFRN.

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