Atualmente, a realização de implantes imediatos é reportada na literatura como a melhor e mais rápida
forma de preservar o rebordo alveolar e reabilitar o paciente. Entretanto, a indicação dessa modalidade de tratamento é dependente de diversos fatores, com a existência de um suporte ósseo apical adequado, presença
de tábua óssea vestibular, fenótipo gengival favorável, e outros1,2,5 (Figuras 1-2).
Sendo assim, uma preocupação constante dos profissionais da Implantodontia está relacionada ao tratamento daqueles pacientes cujo remanescente alveolar não atende aos requisitos para uma implantação
imediata4,5 (Figura 3).
Uma opção viável e previsível para preencher essa lacuna são as membranas não reabsorvíveis. Diversos
são os tipos de membranas não reabsorvíveis que estão disponíveis no mercado, sendo a de politetrafluoretileno denso (d-PTFE) uma das mais versáteis e comumente utilizadas3,4,6 (Figura 4).
Pelo fato de não possuir memória, as membranas d-PTFE possibilitam uma individualização (recorte) de
acordo com o caso e região específica do paciente, possibilitando melhor adaptação e manutenção em posição por mais tempo (entre 21 e 30 dias), facilitando e otimizando o processo de neoformação óssea alveolar3,4,6 (Figura 5).
Diante do exposto, o caso clínico a seguir demonstra a forma com que nosso grupo realiza os tratamentos
com a utilização da membrana não reabsorvível d-PTFE.
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