Resumo
As exigências da sociedade atual em relação à aparência trazem consequências para a
Odontologia. As queixas relacionadas à estética facial estão se tornando cada vez mais frequentes como motivos de consulta, uma vez que a face representa o foco primário de identificação do homem. O presente estudo teve por objetivo identificar as preferências estéticas
dos cirurgiões-dentistas da cidade do Recife quanto à beleza facial nos diferentes grupos
étnicos. Tratou-se de um estudo observacional, quantitativo-descritivo, com aplicação de um
formulário. A amostra constituiu-se de cirurgiões-dentistas cadastrados no Conselho Regional
de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE), que exerciam atividades em consultórios odontológicos privados. A análise dos dados identificou que os cirurgiões-dentistas consideravam o
terço inferior da face como o mais importante para a avaliação da beleza facial (71,6%) e não
tinham preferência por um grupo étnico em detrimento de outros (53,7%), apesar de a raça
branca ter sido predominante entre os profissionais que explicitaram suas escolhas (39,7%).
Observou-se também que o sexo e a raça dos entrevistados não interferiram nos resultados
obtidos, não tendo sido constatada associação significante (p > 0,05). É possível concluir que,
do ponto de vista prosopométrico, os três terços faciais contribuem para a beleza da face e
ao se considerar os diferentes grupos étnicos, apesar da necessidade que existe de se avaliar
esteticamente cada um deles, de acordo com critérios específicos para as características morfológicas faciais que apresentam, observou-se que há uma tendência à homogeneização do
padrão de beleza facial.
Descritores: Beleza, estética, face.
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