Vol. 15 – Número 59 – 2022 NA VISÃO D’ELAS Página 110-119 Percepção estética e desconforto de pacientes brasileiros em tratamento com bráquetes vestibulares metálicos e cerâmicos, linguais e alinhadores Invisaling® Sílvia Augusta Braga Reis1 Ivan de Souza Silva2 Luiz Fernando Eto3 Átila Valadares Vasconcelos Júnior4 Leda Monguilhott5 Wendel Teixeira6 Fernanda Gabriela de Fátima Vieira7 Resumo O tratamento ortodôntico experimenta evolução contínua em seus aparelhos, principalmente por questões estéticas e de conforto. Objetivo: avaliar a satisfação e desconforto relatados por pacientes submetidos ao tratamento ortodôntico com bráquetes vestibulares metálicos e cerâmicos, bráquetes linguais e alinhadores Invisalign®. Material e métodos: Aplicação de um questionário padronizado a 126 pacientes de ambos os sexos, em tratamento ortodôntico em consultórios particulares há pelo menos 90 dias, sem outro acessório ortodôntico. Os pacientes foram divididos em 4 grupos: grupo I (n=30) bráquetes vestibulares metálicos, grupo II (n=30) bráquetes estéticos vestibulares, grupo III (n=32) alinhadores Invisalign® e grupo IV (n=34) bráquetes fixos linguais. A comparação entre os grupos foi feita pelo teste do qui-quadrado e, quando este indicou diferença estatisticamente significativa, foram realizadas comparações múltiplas pelo teste de proporções. Resultados: Os bráquetes metálicos vestibulares foram mais percebidos pelos demais e trouxeram maior desconforto estético. Os bráquetes cerâmicos foram menos percebidos pelos demais do que os bráquetes vestibulares metálicos. Os alinhadores foram menos percebidos pelos outros do que os bráquetes vestibulares, causaram menos dificuldades na fala e na escovação, menos desconforto nas bochechas e menos dificuldades na fala. Os bráquetes linguais trouxeram menos desconforto estético, revelando também maior desconforto na língua e menos desconforto na bochecha. Conclusão: Os pacientes relataram maior desconforto estético com bráquetes vestibulares metálicos. Aparelhos linguais e alinhadores foram menos percebidos pelos demais e trouxeram menos desconforto estético aos pacientes. Todos os pacientes tratados com alinhadores o usariam novamente caso precisassem de um novo tratamento. Descritores: Aparelhos ortodônticos, percepção, estética. 1 Especialista, Mestre e Doutora em Ortodontia – USP. 2 Especialista e Mestrando em Ortodontia – FOB-USP. 3 Especialista e Mestre em Ortodontia – PUC-MG. 4 Especialista em Ortodontia – Universidade Três Corações. 5 Especialista em Ortodontia e Mestre em Odontopediatria – UFSC. 6 Especialista em Ortodontia, Mestre e Doutor em Reabilitação Oral – FORP-USP. 7 Especialista em Ortodontia e Mestre em Odontopediatria – UFRJ. DOI: 10.24077/2022;1559-02611157
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