Muito se fala sobre como a Odontologia evoluiu. Praticamente tudo mudou: técnicas
inovadoras, novos materiais, procedimentos mais seguros para o paciente e para o profissional.
Se observarmos como trabalhávamos há 40 anos, talvez seja difícil explicar os métodos e
as razões que se utilizavam a um jovem profissional recém-formado, tamanha a diferença de
como enxerga-se o que é melhor para o paciente. Tal qual a evolução tecnológica em todo o
planeta, a tecnologia na Odontologia se faz nas diferentes áreas e equipamentos: lupas potentes
com luz própria, cadeiras com telas touch e acesso a softwares odontológicos e internet,
raio-x digital, fotografia, tomógrafos, planejamento digital; são tantas inovações que o profissional
que não se atualiza periodicamente fica facilmente desatualizado. Atualmente, vivemos
em um cotidiano onde a melhor opção para um sucesso clínico é a preservação de estrutura
dental. Os tratamentos minimamente invasivos e a substituição da estrutura dental perdida
por materiais altamente estéticos, que copiam de forma fiel as diversas características ópticas
da estrutura dental perdida, tornaram-se exigências do clínico, do técnico e do paciente.
A indústria, percebendo essa evolução e procurando inovar o mercado odontológico,
procurou desenvolver um método de confecção de peças odontológicas tão boas ou
melhores quanto às disponíveis na atualidade. Objetivando o aumento da produtividade
clínica, laboratorial e diminuir consideravelmente os custos e tempo dos tratamentos, empresas
odontológicas desenvolveram um sistema denominado CAD/CAM, onde a sigla CAD
corresponde ao “Desenho assistido por computador” e CAM a “fabricação assistida por
computador”.
Engana-se quem pensa que a ideia de produzir uma peça odontológica por meio de
computador aconteceu por Mormam na década de 80. Essa tecnologia teve seu início idealizado
por Young e Altschuler em 1977, quando lançaram a imaginação de realizar uma
holografia a laser para fazer um mapeamento intraoral. Contudo, só após sete anos, precisamente
em 1984, que surgiu o primeiro sistema capaz de gerar coroas unitárias para
recobrir as restaurações. Desenvolvido por Duret e denominado Sopha Bioconcept, possuía
um custo elevadíssimo, com alta complexidade para a utilização na clínica odontológica, não
tendo aceitação no mercado.
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