A história da Ortodontia contemporânea sempre foi marcada pelo uso de imagens como
ferramenta auxiliar no processo de diagnóstico inicial e na mensuração objetiva dos resultados terapêuticos alcançados. De modelos de gesso da oclusão e face4
, com a incorporação
das fotografias13, radiografias periapicais19 e telerradiografia3
, uma longa evolução na qualidade das imagens e facilidade de obtenção marcaram a prática dos ortodontistas. Durante
décadas, a aquisição de radiografias e fotografias foi feita por meio de filmes de acetato. No
início dos anos 1990, evoluiu comercialmente para o formato digital, mas ainda em apenas
duas dimensões (2D). Entretanto erros de projeção geométrica nas radiografias, como por
exemplo, nas telerradiografias em normas lateral e frontal e nas radiografias panorâmicas,
comprometem as projeções das estruturas dento-esqueléticas em 2D, inviabilizando medições precisas6,20. Além disso, nas imagens fotográficas 2D, a ausência de profundidade
limita as avaliações faciais.
Na mesma década de 1990, o uso de imagens em três dimensões (3D) foi apresentado
na Ortodontia5,7,8,16. Destacam-se as tomografias computadorizadas médicas e logo depois
as tomografias computadorizadas por feixe cônico (TCFC)15. Nas tomografias, uma série de
dados anatômicos são colhidos por sensores digitais acoplados a um equipamento radiográfico e processado em computador, resultando em imagens com ilusão de altura, largura
e profundidade. Apesar de já estarem disponíveis para os clínicos há mais de vinte anos,
muitas dúvidas ainda fazem com que o uso das TCFC não seja largamente disseminado entre os ortodontistas. Diversos profissionais deixam de tirar proveito e usufruir das vantagens
das imagens 3D, simplesmente pelo desconhecimento sobre o método e seu uso potencial.
Assim, o objetivo deste artigo é apresentar conceitos elementares sobre as TCFC e
exemplos de uso em Ortodontia.
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Informações Gerais
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