Vol. 1 – Número 1 – 2019
Revisão de literatura
Página 96
O uso das toxinas botulínicas no tratamento da hipertrofia do masseter – revisão integrativa
Cristiane Caram Borgas Alves¹
Noemi Borgas de Góes Cavalcanti²
Livia Eisler Hoffman³
RESUMO
Introdução: A hipertrofia do masseter é uma condição comum em algumas etnias e são frequentes as intervenções clínicas para melhoras funcionais e estéticas. Objetivo: Compilar importantes achados da literatura acerca da indicação da toxina botulínica no tratamento da hipertrofia de masseter. Método: Revisão integrativa dos últimos 25 anos da literatura disponível nas bases eletrônicas LILACS, MEDLINE/PubMed e Scielo, buscando os termos “toxinas botulínicas” E “hipertrofia do masseter”, bem como os equivalentes na língua inglesa. Resultado: A busca inicial resultou em 65 artigos, que, após filtrados e selecionados resultaram em 12 artigos lidos integralmente. De maneira geral, os artigos incluídos neste trabalho relatam muitos benefícios e poucos efeitos adversos relacionados à terapia com a toxina. Conclusão: Com o constante aumento do uso da toxina botulínica para as mais diversas aplicações médicas, faz-se necessária a reflexão sobre a responsabilidade profissional quanto ao conhecimento da técnica e capacidade de indicação do tratamento.
Descritores: Toxinas botulínicas, hipertrofia, bruxismo.
¹ Especialista em Ortodontia, Especialista em Harmonização Facial
² Especialista em Ortodontia, Especialista em Harmonização Facial, Mestranda em Harmonização Facial.
³ Mestre em Clínica Odontológica, Doutoranda em Clínica Odontológica.
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii
Laserterapia no tratamento da cárie dentária
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar 



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