Vol. 14 – Número 53 – 2022 CADERNO DE ODONTOLOGIA CLÍNICA Artigo de revisão Página 121-128 O tempo infectante dos aerossóis em ambiente odontológico é compreendido? Lara Martins Araújo¹ Vívian Gonçalves Carvalho Souza¹ Vitória Batista Clemente¹ Rodrigo Luiz Fabri² Laísa Araújo Cortines Laxe¹ Ana Carolina Morais Apolonio³ RESUMO O cirurgião-dentista está em constante contato com saliva em suspensão e aerossóis gerados durante os procedimentos. O vírus pandêmico SARS-CoV-2 trouxe um novo capítulo para aerossóis odontológicos. Com o objetivo de determinar o tempo em que o aerossol dental é possivelmente infectante, realizou-se uma pesquisa bibliográfica (bases de dados Pubmed, Scopus, Web of Science e Scielo) considerando os termos Mesh: aerosols, splatters, droplets, suspension, dentistry, odontology, dental, sem data limite inicial até julho de 2020. Estudos avaliando o tempo de suspensão de aerossol infectado correlacionado com procedimentos odontológicos foram selecionados. De 2.325 artigos recuperados, apenas sete focavam no tempo de infecção de bioaerossóis no ambiente odontológico. Como se o reduzido número de estudos não bastasse, as metodologias, o ambiente, a técnica de amostragem e os procedimentos utilizados foram muito diversos. Além disso, a presença do vírus não foi avaliada. Este artigo apresenta os dados resumidos da literatura com relação ao tempo infectante do aerossol odontológico em suspensão, além de destacar a necessidade de estudos com foco também em vírus. Descritores: Aerossóis, Covid-19, Odontologia, Biossegurança. ¹ Faculdade de Odontologia – UFJF. ² Instituto de Ciências Biológicas – UFJF. ³ Faculdade de Odontologia – UFJF, Instituto de Ciências Biológicas – UFJF. DOI: 10.24077/2022;13522444247
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