Os autores apresentam uma revisão da literatura sobre o papel da dieta na manifestação da má oclusão, rediscutindo a teoria clássica de Begg (1). Faz-se um contra-ponto com os estudos mais recentes, que avaliaram a influência da mudança da dieta na manifestação da má oclusão em animais, assim como com as investigações arqueológicas em populações primitivas, adicionados aos estudos em populações indígenas brasileiras. O resultado dessa análise de revisão foi que, embora o papel da dieta na manifestação da má oclusão seja aceito no meio acadêmico e científico, e ratificado em estudos experimentais com animais, diversas investigações, examinado populações humanas primitivas, incluindo indígenas brasileiros, não dão suporte aos princípios definidos por essa teoria.
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Harmonizando face e sorriso
Reparação óssea no implante dental
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii 



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