A síndrome da apneia obstrutiva do sono é a categoria mais comum de distúrbios do sono,
com alta taxa de mortalidade e morbidade, apresentando um cortejo sintomático que vai desde
o ronco, presente na maioria dos casos, até a hipersonolência diurna, com repercussões comportamentais,
cardiovasculares e neurológicas progressivas. Esse trabalho reflete sobre as consequências
das últimas revisões sistemáticas acerca do estágio atual da terapia com aparelhos
orais para distúrbios respiratórios do sono: seus limites e possibilidades, sua evolução histórica,
científica e tecnológica, e os protocolos mais contemporâneos para lidar com a doença e sua
sintomatologia. Como a ocorrência da síndrome está relacionada ao bloqueio total ou parcial das
vias aéreas superiores durante o sono, os aparelhos odontológicos para uso noturno que fazem
avanço mandibular podem oferecer melhora significativa dessa condição, com efeitos colaterais
contornáveis, podendo compor o quadro de opções terapêuticas disponíveis em Medicina do
Sono, desde que indicações coerentes, execução clínica especializada e testes de resolução
sejam realizadas e novas perspectivas de atuação almejados.
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