Os mini-implantes, confeccionados com titânio cp, apresenta baixa resistência e a possibilidade de fraturas durante os procedimentos de inserção e remoção. Assim, na maioria, é empregada a liga de Ti-6Al-4V, por sua maior resistência à fadiga e à fratura mas a desvantagem dessa liga é a sua menor resistência à corrosão favorecendo a liberação de íons metálicos. Como a tendência de liberação dos íons de metais é em quantidades extremamente baixas os mini-implantes ortodônticos de Ti-6Al-4V podem ser usados com segurança como dispositivos auxiliares de ancoragem ortodôntica. A forma cônica é a mais utilizada devido ao formato que permite a distribuição da carga funcional sem causar danos à fisiologia do tecido ósseo e tende a limitar ao máximo o trauma cirúrgico. Quanto maior quantidade de roscas, maior será a resistência ao deslocamento e a estabilidade primária. O mini-implante pode ser autorosqueante ou autoperfurante. O exame clínico constitui-se na palpação digital na região radicular e é muito importante, mas tomadas de radiografias panorâmicas e periapicais, são também importantes, pois auxiliam o profissional a identificar a anatomia, o local das raízes dos dentes e a densidade óssea, para a instalação dos mini-implantes. Representam uma diretriz clínica com a expectativa de selecionar a melhor posição, de acordo com ângulos diferentes da inserção, para a colocação do mini-implante no que diz respeito à espessura da proximidade cortical do osso e da raiz.
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