Amilcar Chagas Freitas Júnior4
1 Me. em Biotecnologia – UnP, Prof. da Escola da Saúde – UnP.
2 CD – UnP, Mestranda em Odontologia – UFRN.
3 CD – UnP.
4 Me. e Dr. em Prótese – UNESP, Prof. da Graduação e Pós-graduação – UnP.
5 Mª. e Drª. em Prótese Dentária – UNESP, Profª. Adjunta – UFRN.
Email do autor: magnuspaiva69@gmail.com
Recebido para publicação: 28/09/2016
Aprovado para publicação: 23/01/2017
Resumo
O tratamento reabilitador com próteses implantossuportadas tem alcançado elevados
índices de sucesso. No entanto, falhas mecânicas ainda podem ocorrer, especialmente, nos
parafusos de retenção dos pilares protéticos de restaurações unitárias sobre implante, sendo
esses desenhados para ser o elo mais fraco na estrutura e ser o primeiro elemento a falhar
em situações de sobrecarga. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar in vitro a
influência de diferentes tipos de conexões (quadrado ou hexagonal) na resistência à deformação
do conjunto chave-parafuso de retenção de três diferentes marcas comercias (Neodent,
Singular e Sin). Foram utilizados quarenta e dois (42) parafusos de retenção, de três (3) diferentes
marcas comerciais. Esses foram divididos em dois grandes grupos de conexão, quadrada
(QUA) e hexagonal (HEX) e separados por marcas comerciais. Foram utilizados vários
componentes (implantes e pilares protéticos) que apresentavam plataforma regular padrão
(4.1 mm de diâmetro). Para medir a força da resistência à deformação do conjunto chave-
-parafuso de retenção, utilizou-se um torquímetro digital de alta precisão, para cada uma das
três (3) diferentes marcas comerciais – Neodent (NEO), Singular (SGL) e Sin (SIN) – variando a
geometria do sistema de conexão (quadrado ou hexagonal). Observou-se ausência de diferença
estatisticamente significante (p<0,05) entre as três marcas comerciais analisadas. Por
outro lado, independente da marca comercial, dentre os parafusos examinados, os parafusos
quadrados apresentaram maior resistência à torção do que os parafusos hexagonais.
Descritores: Implantes dentários, retenção da prótese, biomecânica.
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Influência do tipo de conexão (quadrado ou hexagonal) na resistência a deformação do conjunto chave-parafuso de retenção de prótese sobre o implante"
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Como realizar a análise tridimensional das vias aéreas superiores em pacientes ortodônticos?
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão
Lifting facial com fios de polidioxanona espiculados (PDO) em paciente com assimetria facial
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Revisão sistemática sobre o tratamento combinado de ácido hialurônico e toxina botulínica “A” na harmonização facial
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Refinando a escultura labial agulha X microcânula – relato de caso
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Coluna Ortodontia e Ideias – Tratamento de Mordida Aberta com a Técnica Ortodôntica Fixa Sem Bráquetes, com Tecnologia Tridimensional 3DBOT (Bracketless Orthodontics Treatment)
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Reparação óssea no implante dental
Tratamento ortodôntico e cirúrgico com a técnica lingual
Harmonizando face e sorriso
Coluna Point of View – Arco Multiloop na Ortodontia da Era Digital. Quando, Por que e Para Quê?
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Fios de polidioxanona – relato de caso
Ativação de Alinhadores Ortodônticos Com Alicates – Uma Alternativa para Obtenção de Resultados
Cirurgia ortognática – a integração da ortodontia e cirurgia ortognática por meio de um diagnóstico craniofacial tridimensional em paciente com assimetria facial
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii 
Ainda não há avaliações.