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Influência de diferentes tipos de máquinas de ensaio e da termociclagem na resistência adesiva ao cisalhamento e no índice de adesivo remanescente


R$56,00

  Perguntas e Respostas

Este estudo comparou duas diferentes máquinas de ensaio mecânico (Shimadzu e Kratos),
com ou sem a realização da termociclagem, na leitura da resistência adesiva ao cisalhamento
(RAC) e do índice de adesivo remanescente (IAR) após a descolagem de bráquetes metálicos
colados com resina Transbond XT. Foram utilizados 60 pré-molares humanos, nos quais foram
colados bráquetes metálicos, divididos aleatoriamente em dois grupos: Grupo I – com termociclagem (500 ciclos) entre 5º e 55ºC e Grupo II – sem termociclagem. Estes grupos foram subdivididos em quatro subgrupos (n=15). Foi realizado o teste mecânico de cisalhamento com
ambas as máquinas: subgrupos I A (Shimadzu) e I B (Kratos) e subgrupos II A (Shimadzu) e II B
(Kratos). As amostras foram submetidas aos ensaios mecânicos de cisalhamento com velocidade de carga de 0,5 mm/min. Os resultados da RAC foram submetidos ao teste de normalidade
de D’Agostino & Pearson, ANOVA – 1 Critério (α = 0,05), pós-teste de Tukey e os dados do
IAR ao teste de Kruskal-Wallis (α = 0,05). Não foram encontradas diferenças estatisticamente
significativas entre os subgrupos. Conclui-se que a utilização de diferentes tipos de máquinas
de ensaio, com ou sem termociclagem, não apresentam diferenças estatísticas na leitura da
resistência ao cisalhamento ou do índice de adesivo remanescente.
Descritores: Bráquetes ortodônticos, resistência ao cisalhamento, esmalte dentário, remoção

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