Vol. 7 – Número 28 – 2018 Fique por Dentro Especial Página 9-10 Implantes e Peri-implantite – os desafios na Implantodontia e Periodontia Elis Janaina Lira dos Santos¹ Amanda Bandeira de Almeida¹ Dayane Carvalho Ramos Salles de Oliveira2 Mateus Garcia Rocha2 Francisco Humberto Nociti Júnior1 Nas últimas quatro décadas, os implantes dentais osseointegrados têm sido utilizados em larga escala como um tratamento previsível após a perda dentária. Implantes osseointegrados são parafusos cônicos de titânio e/ou cerâmica. De forma geral, o enfoque no desenvolvimento de implantes é minimizar a adesão bacteriana enquanto promove recrutamento, adesão e proliferação de células fibroblásticas e osteogênicas com o intuito de formar tanto tecido mole quanto tecido mineralizado, respectivamente, de forma integrada. Atualmente são comercializados diversos sistemas de implantes que variam em forma, dimensão, material e topografia da superfície, desenho das roscas e conexões implante-abutment. Modificações da superfície podem alterar a topografia, hidrofilicidade e revestimento externo dos implantes dentários para favorecer a osseointegração. Por muitos anos, estudaram-se abordagens como jateamento, condicionamento ácido e texturas hidrofílicas da superfície. Recentemente, novas técnicas compreendem a deposição cristalina (partículas de cálcio e fosfato), a ablação a laser (confecção de microcanaletas) e o recobrimento da superfície com proteínas (proteínas da matriz extracelular), drogas (bisfosfonatos) ou fatores de crescimento (proteína óssea morfogenética – BMP; fator de crescimento beta – TGF-β; fator de crescimento de fibroblasto-FGF; fator de crescimento derivado de plaquetas-PDGF). 1 Departamento de Prótese e Periodontia – FOP/UNICAMP. 2 Departamento de Odontologia Restauradora – FOP/UNICAMP.
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Implantes e Peri-implantite – os desafios na Implantodontia e Periodontia
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