As hipodontias estão entre as anomalias dentárias mais comuns, sendo que a falta de elementos dentários permanentes pode trazer sérios prejuízos ao desenvolvimento ósseo e funcional dos indivíduos, além de poder comprometer a estética. Conhecer a prevalência dessa anomalia pode ajudar ao Cirurgião-Dentista no estabelecimento de condutas para a detecção precoce e consequente intervenção, a fim de minimizar os problemas. Este estudo foi realizado com o objetivo de se avaliar a prevalência das agenesias em uma população jovem. Foram avaliados os prontuários de 200 pacientes entre 9 e 20 anos de idade, não sindrômicos e sem história pregressa de exposição a fatores conhecidamente causadores de falha no desenvolvimento dentário. A partir dos resultados obtidos neste estudo, foi possível concluir que a prevalência das agenesias na população estudada foi de 19% dos pacientes acometidos, sem preferência entre os gêneros e com maior ocorrência em terceiros molares, seguidos dos incisivos laterais superiores e dos prémolares.
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Tratamento ortodôntico e cirúrgico com a técnica lingual
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos 



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