Resumo
A escala 3D-Master foi desenvolvida com a finalidade de satisfazer as maiores exigências
estéticas dos pacientes, por possuir uma maior quantidade de tonalidades em relação às
demais escalas. Contudo, possui uma técnica específica para a sua correta utilização, desconhecida por grande parte dos profissionais. O objetivo desse trabalho foi avaliar se, após o
aprendizado da técnica correta de utilização da escala de cor VITA 3D-Master, recomendada
pelo fabricante (VITA® Zahnfabrik, Alemanha), os profissionais da área de odontologia conseguem utilizá-la de forma adequada, atingindo o objetivo desejado que é a correta seleção de
cor dos dentes. Para isso, foram utilizados seis elementos dentários de face vestibular hígida
extraídos e doados pelos pacientes ao banco de dentes da faculdade. O terço médio da face
vestibular de cada dente foi escolhido para a seleção de cor feita pelo espectrofotômetro
digital VITA EasyShade programado para a escala VITA 3D-Master. Trinta e sete acadêmicos
do último ano do curso de odontologia fizeram a seleção pelo método visual dos mesmos elementos dentários. Após a primeira seleção, uma palestra de 3 horas de duração foi ministrada
por um técnico de prótese dental, ceramista e consultor da VITA®. Após essas orientações,
os mesmos acadêmicos realizaram uma segunda seleção de cor com os mesmos elementos
dentários, utilizando a técnica de seleção de cor da escala VITA 3D-Master. A técnica preconizada pela VITA® para a correta utilização da escala VITA 3D-Master impactou positivamente
no resultado da segunda fase da pesquisa para a seleção de cor.
Descritores: Cor, estética dentária, estudantes de Odontologia.
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Informações Gerais
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Reparação óssea no implante dental
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão
Fios de polidioxanona – relato de caso
Harmonizando face e sorriso
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Archform x Nemocast – Comparação Entre Dois Softwares Ortodônticos
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Cirurgia ortognática – a integração da ortodontia e cirurgia ortognática por meio de um diagnóstico craniofacial tridimensional em paciente com assimetria facial
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar 

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