Vol. 7 – Número 25 – 2025 Relato de Caso Página 34-46
Lidiane Figueiredo Rangel1
Pierangelo Angeletti2
Diogo Belas Lustosa3
Resumo:As fissuras labiais e/ou palatinas (FLP) são defeitos congênitos comuns com etiologias complicadas
que causam morbidade significativa nas crianças afetadas e representam um risco financeiro significativo para as famílias, bem como um fardo social. Em geral, o tratamento consiste em uma série de procedimentos cirúrgicos que começam nos primeiros meses de vida da criança e continuam até a idade adulta. Os pacientes também necessitam de atendimento interdisciplinar, que inclui fonoaudiologia, ortodontia e odontologia. Como resultado, após a face atingir a maturidade esquelética, vários estudos têm considerado a lipoenxertia como um procedimento estético alternativo, com graus variados de sucesso. Nesse sentido, bioimplantes de ácido hialurônico (AH) têm sido utilizados com sucesso em diversas disciplinas médicas para corrigir a perda de volume. Diante disso, o objetivo deste
trabalho foi realizar um estudo de caso sobre o uso de AH para correção de fissura labial. O uso do preenchimento dérmico de AH reticulado é uma opção viável no manejo estético complementar da fissura labiopalatina previamente corrigida cirurgicamente, e os pacientes toleram bem o tratamento, sem efeitos colaterais indesejados ou complicações durante o período de acompanhamento. Por fim, o uso do AH como material de preenchimento facial na correção de cicatrizes labiais causadas pela cirurgia reconstrutiva de fissura labial mostrou-se eficaz tanto na correção da assimetria facial quanto na melhoria da qualidade de vida dos pacientes submetidos ao procedimento.
Tratamento da maloclusão Classe II, subdivisão, com a utilização unilateral do aparelho funcional fixo Forsus
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
BI-HÉLICE: uma alternativa para expansão dentoalveolar inferior no tratamento de Classe II Divisão 1 





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