Resumo
O objetivo deste estudo foi verificar a condição periodontal de crianças e adolescentes diagnosticados
com Diabetes Mellitus tipo 1 e investigar sua associação com parâmetros clínicos do
Diabetes, fatores socioeconômicos e variáveis relacionadas à saúde bucal. Participaram deste estudo
132 crianças e adolescentes portadores de Diabetes tipo 1 com idades variando entre 6 e
19 anos, atendidos em três hospitais da rede pública da cidade do Recife, região Nordeste do
Brasil. Os participantes foram submetidos à entrevista e exames clínicos para avaliar a presença
de placa bacteriana visível, sangramento gengival, profundidade de sondagem e nível de inserção
clínica. Os resultados foram analisados estatisticamente pelo programa Epi-Info 6.04. A frequência
de gengivite foi aproximadamente quatro vezes maior entre os que usavam insulina NPH em
comparação à Lanthus. Foi observada associação estatisticamente significante entre gengivite e a
renda familiar, observando-se maior frequência nos pacientes com renda abaixo de dois salários
mínimos, e entre gengivite e o IPV individual, em que a presença da doença só foi observada nos
indivíduos com IPV acima de 60%. Entretanto não houve associação estatisticamente significante
entre a gengivite e os parâmetros clínicos do Diabetes. Não houve associação entre os parâmetros
clínicos do Diabetes Mellitus tipo 1 e a gengivite, assim é possível que essa tenha sido induzida
pela placa bacteriana abundante.
Descritores: Diabetes Mellitus, criança, adolescente, gengivite, periodontite.
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Condição periodontal de crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo 1 no município de Recife, Pernambuco, Brasil."
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Fios de polidioxanona – relato de caso
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Reparação óssea no implante dental
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole 


Ainda não há avaliações.