Introdução: Esse estudo teve como objetivo avaliar as alterações e desenvolvimento do
perfil mole (espessuras labiais superior e inferior) no período entre 10 e 15 anos de idade. Material e método: Uma amostra homogênea Franco-Canadense de 185 indivíduos não tratados
ortodonticamente (106 meninas e 79 meninos) foi selecionada. Seis medidas de espessura de
tecido mole (ENA’, ponto A’, lábios superior e inferior, ponto B’ e pogônio) foram avaliadas.
Indivíduos Classe I (ANB entre 0º a 4º) e Classe II (ANB ≥ 4º) foram comparados, bem como
indivíduos classificados como hipodivergentes (MPA = 31.8º ± 2.4º) e hiperdivergentes (MPA
= 40.9º ± 2.6º). O dimorfismo sexual também foi avaliado. Resultados: Embora a espessura do
tecido mole tenha aumentado entre os 10 e 15 anos de idade, não houve diferenças significativas entre indivíduos Classe I e Classe II, bem como entre hipodivergentes e hiperdivergentes.
As diferenças encontradas entre os indivíduos Classe I e Classe II se limitaram ao ponto A’ e L1’
(10 anos de idade) e L1’ e ponto B’ (15 anos de idade). Quando os grupos hipo- e hiperdivergentes foram comparados, as mudanças foram em relação ao U1’, ponto B’, e Pog’(10 e 15
anos de idade). Embora adolescentes masculinos apresentassem tecidos moles mais espessos
em quatro (10 anos de idade) e em todas as seis (15 anos de idade) das espessuras avaliadas,
apenas a parte do tecido mole maxilar apresentou um maior desenvolvimento entre os cinco
anos de avaliação, quando comparados com as adolescentes femininas. Conclusão: O tecido
mole torna-se mais espesso durante a adolescência com um padrão semelhante aos indivíduos
Classe I, quando comparados com Classe II e também quando indivíduos hipodivergentes são
comparados com hiperdivergentes. Adolescentes masculinos apresentaram tecido mole facial
mais espesso que o das adolescentes femininas precoce (10 anos de idade) e tardiamente (15
anos de idade), mas apenas em relação aos tecidos maxilares apresentaram um espessamento
durante o crescimento (dos 10 aos 15 anos de idade).
Descritores: Perfil, tecido mole, Classe I, Classe II, hipodivergente, hiperdivergente.
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Como os padrões esqueléticos horizontal e vertical influenciam na espessura do tecido mole facial – um estudo longitudinal em adolescentes"
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Fios de polidioxanona – relato de caso
Lifting facial com fios de polidioxanona espiculados (PDO) em paciente com assimetria facial
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Reparação óssea no implante dental
Ativação de Alinhadores Ortodônticos Com Alicates – Uma Alternativa para Obtenção de Resultados
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Refinando a escultura labial agulha X microcânula – relato de caso
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão 


Ainda não há avaliações.