objetivo do presente trabalho foi avaliar a citotoxicidade de soldas à prata. Foram
avaliadas soldas à prata divididos em 4 grupos assim denominados: AAS (aço com aço sem
polimento), AAC (aço com aço com polimento), ALS (aço com latão sem polimento) e ALC (aço
com latão com polimento). Previamente, os corpos de prova foram esterilizados em luz ultravioleta
(UV). Após isso os mesmos foram imersos em meio mínimo essencial de Eagle (MEM) por 24h,
então procedeu-se a remoção do sobrenadante e colocação em contato com fibroblastos L929.
Após contato com o meio as células foram incubadas por mais 24 h, então foram adicionados
100ml do corante vermelho neutro a 0,01%. Novamente as células foram incubadas por 3 hrs para
que as mesmas incorporasse o corante. Passado esse período as células foram fixadas e então
realizada contagem de células viáveis em espectrofotômetro (BioTek, Winooski, Vermont, USA)
em um comprimento de onda de 492nm (l = 492 nm). Os resultados demonstraram não haver diferenças
estatísticas entre os grupos experimentais (AAS, AAC, ALS e ALC) (P>0.05). Diferenças
estatísticas foram observadas entre os grupos C+ com os demais assim como o C- e CC com os
grupos experimentais (P<0.05). Pode-se concluir com a realização desse trabalho que as soldas
à prata são altamente citotoxicas e o polimento diminui sua citotoxicidade.
Descritores – Citotoxicidade; solda de prata; técnicas de cultura de células.
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