Neste trabalho, realizou-se um estudo comparativo entre as medidas para avaliações de discrepâncias
ânteroposteriores dos maxilares ANB de Riedel, AF-BF de Stoner, “Wits” de Jacobson, A-VT
de Vigorito, Profundidade facial e da maxila de Ricketts, distância A-NV e Pog-NV de McNamara.
O objetivo foi apresentar valores médios para as aludidas medidas no grupo oclusão normal,
compará-las com o grupo classe II, divisão 1ª de Angle e investigar a variabilidade de cada análise
ao avaliar a relação ânteroposterior dos maxilares. Utilizou-se como grupo controle 117 telerradiografias
em norma lateral de jovens brasileiros, leucodermas, com idades entre 11 e 17 anos, sendo
61 do sexo feminino e 56 do masculino, portadores de oclusão normal classe I de Angle, ótimo perfil
facial e sem história prévia de tratamento ortodôntico. Para análise comparativa, foram avaliadas
30 telerradiografias em norma lateral pré-tratamento de pacientes brasileiros, com idade entre 11 e
18 anos, sendo 15 do sexo masculino e 15 do feminino, portadores de má-oclusão classe II, divisão
1ª de Angle. A distância A-NV de McNamara é a medida mais confiável para posicionar a maxila no
espaço e que medidas isoladas para avaliar discrepâncias ânteroposteriores dos maxilares levam
a um diagnóstico equivocado. Correlações entre medidas lineares e angulares tornam-se uma necessidade
no diagnóstico real de discrepâncias ânteroposteriores dos maxilares.
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