Resumo
A grande aplicabilidade clínica e a difusão do uso da resina composta geraram uma série
de questionamentos sobre as características e o comportamento deste material. Dentre estes,
a impossibilidade de formar uma superfície perfeitamente lisa devido aos fatores como o tamanho das partículas e a necessidade de ajustes após a confecção da restauração. Com o intuito de reduzir a rugosidade superficial, diferentes métodos de acabamento e polimento têm
sido propostos. Avaliou-se a rugosidade superficial de dois diferentes tipos de resina composta, microparticulada e nanoparticulada, após a realização do acabamento e polimento final.
Para isto, foram utilizadas a resina composta microparticulada Durafill VS (Heraeus-Kulzer) e
as resinas nanoparticuladas Filtek Z350 XT (3M-ESPE®), Opallis (FGM®) e IPS Empress Direct
(Ivoclar Vivadent®). Com essas, foram confeccionados 14 corpos de prova de cada resina
composta, submetidos aos mesmos procedimentos de acabamento e polimento, seguindo as
seguintes etapas: desgaste com ponta diamantada 2135 F (KG Sorensen®), polimento com a
sequência de borrachas abrasivas (Ivoclar Vivadent®) e discos de feltro com pasta diamantada.
Cada espécime foi submetida à leitura em rugosímetro para determinação da rugosidade superficial. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e teste de Tukey,
com nível de significância de 5%. Não houve diferença significativa entre as rugosidades
superficiais dos materiais restauradores testados e o sistema de polimento utilizado foi eficaz
no aumento da lisura superficial.
Descritores: Resinas compostas, desgaste de restauração dentária, polimento dentário.
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Informações Gerais
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