Resumo
O sucesso da restauração do dente tratado endodonticamente e restaurado com pino
intrarradicular depende de uma adequada reconstrução estrutural, sendo a quantidade de
remanescente coronário e radicular fatores relevantes na sua resistência. O objetivo deste
trabalho foi avaliar a resistência radicular à fratura de caninos superiores humanos com três
diferentes alturas de remanescentes coronários (0, 2 e 4 mm de altura). Foram utilizados 40
caninos superiores divididos em 4 grupos: A) seccionado ao nível da junção amelocementária; B) com 2 mm de remanescente coronário; C) com 4 mm de remanescente coronário
e D) com 4 mm de remanescente coronário, mas sem a utilização do pino intracanal. Os
dentes foram tratados endodonticamente e os Grupos A, B e C restaurados com pinos de
fibra de vidro, White post DC, da FGM, cimentados com cimento Multilink N. Todos os espécimes foram restaurados com resina composta Charisma. Os espécimes foram submetidos
a testes de compressão e os resultados foram expressos na quantidade de Kgf necessária
para proporcionar ou não a fratura do conjunto pino-raiz. As médias necessárias para falha
catastrófica foram: Grupo A – 55,30Kg/f (dp=14,6); Grupo B – 53,97 kg/f (dp=11,18); Grupo
C – 37/58Kg/f (dp=16,68) e Grupo D – 51,59Kg/f (dp= 18,82). Concluiu-se que não houve
diferenças significativas entre os grupos, porém observou-se que a força máxima necessária
para a fratura do conjunto pino-raiz foi, em média, menor no Grupo C, e o Grupo D apresentou maior resistência.
Descritores: Pinos dentários, férula, técnica para retentor intrarradicular.
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Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar 





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