Objetivo: Neste estudo, utilizando a fotoelasticidade,
foi desenvolvido um modelo experimental
para comparar a distribuição de cargas
nos implantes distais paralelos (grupo 1) e angulados
(grupo 2) no sistema de reabilitação de
mandíbula edêntula com a utilização de quatro
implantes. Materiais e métodos: Foram utilizados
8 implantes Universal II cônicos de hexágono
interno da marca Implacil De Bortoli, com
4 mm de diâmetro e 13 mm de comprimento,
sendo quatro para cada grupo e, componentes
transmucosos do tipo esteticone, dos quais 6
são retos e dois angulados de 30 graus, todos
com cinta de 1 mm. Foram elaborados dois modelos
fotoelásticos a partir de um arco mandibular,
um com todos os implantes paralelos e
outro com os implantes distais angulados em 30
graus, sendo elaborada uma única barra metálica
que foi instalada no modelo e recebeu a aplicação
de uma carga de 20 N sobre o cantilever
em um polariscópio. Resultados: As imagens
obtidas demonstraram que no grupo 1 a distribuição
da carga foi visualizada com padrão mais
homogêneo de tensões ao redor do implante
distal e em uma maior área, diferentemente do
grupo 2, onde foi possível observar uma concentração
de tensões de maior magnitude na
região cervico-distal do implante distal, após a
aplicação de carga. Conclusão: Dentro das limitações
deste estudo, pode-se concluir que a
inclinação de implantes gera uma concentração
de cargas sobre a crista óssea marginal, mesmo
que esteja unido com outros implantes, podendo
causar uma sobrecarga e possível reabsorção
óssea nesse local.
Descritores: Implante dentário, fotoelasticidade
angulados, biomecânica.
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Informações Gerais
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