Resumo
Com o aumento da preocupação em relação a infecção cruzada, principalmente com
doenças como AIDS e hepatite B, houve um maior estímulo na elaboração de pesquisas, no
intuito de melhorar as formas de desinfecção na rotina odontológica. Porém, efeitos degradantes
na estabilidade dimensional do gesso causados por este processo diminui a qualidade
dos modelos, resultando na confecção de próteses insatisfatórias. Este trabalho objetiva
avaliar uma alternativa de combate a infecção cruzada, a partir da implantação de agentes
desinfetantes como o digluconato de clorexidina e o quaternário de amônio na manipulação
do gesso tipo IV. De posse de uma matriz metálica de base retangular, contendo dois cilindros
com marcações perpendiculares, obteve-se um molde universal para o vazamento dos
modelos de gesso (Durone IV). Os corpos de prova foram divididos em três grupos: Grupo A,
o líquido usado foi a água destilada (recomendações do fabricante); Grupo C, substituíram-se
50% da água destilada por clorexidina 2%; Grupo G, o líquido usado foi o quaternário de
amônio. Após a cristalização do gesso, foram realizadas as mensurações dimensionais. Posteriormente,
realizou-se teste de comparação por meio do Mann-Whitney. Como esperado,
não foram encontradas diferenças significantes (p ≤ 0,008) entre os grupos analisados. Os
resultados demonstraram que a substituição da água destilada pela clorexidina 2%, ou por
quaternário de amônio, não causaram alterações relevantes nas dimensões finais dos modelos
obtidos, fator de extrema importância para a confecção das próteses e no possível controle
da infecção cruzada.
Descritores: Sulfato de cálcio, clorexidina, desinfecção.
Artigos, Full/Pls, Prosthesis
Avaliação da alteração dimensional em modelos de gesso manipulado com duas soluções desinfetantes
R$56,00
Com base em 0 avaliações
Seja o primeiro a avaliar "Avaliação da alteração dimensional em modelos de gesso manipulado com duas soluções desinfetantes"
Informações Gerais
Não há perguntas ainda.
Tratamento da má oclusão de Classe II com o aparelho Jasper Jumper
Refinando a escultura labial agulha X microcânula – relato de caso
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Tratamento da má oclusão Classe II com Herbst após o surto de crescimento pubertário
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii
Coluna Point of View – Arco Multiloop na Ortodontia da Era Digital. Quando, Por que e Para Quê?
UMA ALTERNATIVA SIMPLES E EFICIENTE PARA CORREÇÃO DE RECIDIVAS APÓS 15 ANOS DE TRATAMENTO ORTODÔNTICO
Tratamento da má oclusão de Classe II com o propulsor mandibular PMW: acompanhamento de 4 anos
Ativação de Alinhadores Ortodônticos Com Alicates – Uma Alternativa para Obtenção de Resultados
Tratamento da má oclusão de classe II com Invisalign® e IZC como recurso auxiliar de ancoragem
Entrevista – Dr. José Augusto M. Miguel
Reparação óssea no implante dental
Archform x Nemocast – Comparação Entre Dois Softwares Ortodônticos
Modificando Paradigmas na Comunicação da Cor Entre a Clínica e o Laboratório: o Sistema Elab
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso 

Ainda não há avaliações.