Vol. 1 – Número 4 – 2020 Relato de caso Página 14 Associação de toxina botulínica e fios de polidioxanona na região glabelar Weider de Oliveira Silva¹ Paula Stéffani de Aguiar Duarte² RESUMO Nos últimos anos, verificou-se uma enorme evolução nas técnicas não invasivas aplicadas ao rejuvenescimento facial. O conhecimento maior acerca das alterações anatômicas envolvidas na ação do envelhecimento foi acompanhado por crescente avanço na maneira de abordar estas alterações também pelo aumento de substâncias e tecnologias empregadas nesta abordagem. Com relação às inúmeras técnicas utilizadas para o rejuvenescimento facial, atualmente, os fios de polidioxanona (PDO) e a toxina botulínica vêm ganhando ênfase, especialmente quando usados nos tratamentos do terço superior da face. Apresentamos ao longo deste artigo o caso de uma jovem que foi submetida ao uso de fios de PDO e toxina botulínica, com o objetivo de diminuir as linhas de expressão e rugas presentes na região frontal glabelar, a qual é uma região nitidamente conhecida pelos riscos na utilização de ácido hialurônico. Descritores: Rejuvenescimento facial, fios de sustentação e toxina botulínica. ¹ Esp. em Harmonização Orofacial, Esp. e Me. em Implantodontia, Esp. em Dentística, Esp. em Prótese Dentária – ABO Taguatinga. ² Esp. em Dentística – ABO Taguatinga, Esp. em Prótese Dentária – ABO Taguatinga.
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Harmonizando face e sorriso
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Ativação de Alinhadores Ortodônticos Com Alicates – Uma Alternativa para Obtenção de Resultados
Tratamento ortodôntico e cirúrgico com a técnica lingual
Cirurgia ortognática – a integração da ortodontia e cirurgia ortognática por meio de um diagnóstico craniofacial tridimensional em paciente com assimetria facial
Fios de polidioxanona – relato de caso
Reparação óssea no implante dental
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole 



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