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Alterações cefalométricas dentoesqueléticas de pacientes Classe II tratados com um protocolo diferenciado


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  Perguntas e Respostas

O presente estudo objetivou avaliar as alterações cefalométricas dentoesqueléticas, em pacientes com má oclusão de Classe II divisão 1, tratados ortodonticamente com um protocolo diferenciado que utiliza o aparelho extrabucal cervical no arco superior e aparelho fixo inferior até a obtenção de uma relação molar de Classe I, o nivelamento dos dentes inferiores e da curva de Spee, e aparelho fixo superior instalado apenas para a finalização. A amostra consistiu de 25 pacientes que apresentavam inicialmente má oclusão de Classe II divisão 1, de ambos os gêneros (20 do feminino e 5 do masculino), com idade média de 10,44 anos. Foram avaliadas as telerradiografias do início e do final do tratamento ortodôntico. O tempo de tratamento médio foi de 2,48 anos. Para avaliação das alterações cefalométricas com o tratamento, foi utilizado o teste t pareado. Os resultados demonstraram que o tratamento com o protocolo mencionado não promoveu alteração no padrão de crescimento; a maxila apresentou uma restrição no seu deslocamento para anterior (SNA) e no crescimento de seu comprimento efetivo (Co-A); houve uma melhora da relação maxilomandibular; restrição do desenvolvimento vertical dos incisivos inferiores; redução da sobressaliência e da sobremordida; e uma melhora na relação molar. Concluiu-se o protocolo de tratamento apresentado promoveu a correção da Classe II principalmente pela restrição do deslocamento para anterior da maxila.

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