Vol. 14 – Número 54 – 2023 CADERNO DE ODONTOLOGIA CLÍNICA Artigo original Página 108-117 A imagem da fluorescência óptica na educação contra os excessos das altas temperaturas praticadas na ingestão do chá mate da Ilex paraguaiensis Ismael Lucas Pinto1 Gilmar de Souza Ribeiro2 Clóvis Milton Duval Wannmacher3 RESUMO Este estudo visa demonstrar a eficácia de convencimento do paciente mediante a apresentação da técnica de fluorescência óptica em avaliação diagnóstica. Apresenta-se o relato de duas pacientes com lesões no palato, que perduravam por mais de 10 dias, pelo hábito de ingestão de alimentos e bebidas em altíssima temperatura, notadamente o chimarrão. Buscavam avaliação diagnóstica, com receio de tratar-se de câncer oral. Após a anamnese, foi sugerido exame com fluorescência óptica, por emissão de luz violeta visível ao olho humano, em que o tecido absorve e, se houver alta atividade mitocondrial, emana uma luz vermelha, o que sugere lesão potencialmente maligna (LPM). Os exames revelaram a existência de LPM eritematosa condizente com queimadura severa. Estudos mostram que a alta temperatura das infusões é o principal fator predisponente para carcinoma epidermoide de esôfago (CEE) na região da orofaringe. As imagens da fotoevidenciação permitiram melhor avaliar a gravidade das lesões, ao ponto de sensibilizar as pacientes quanto à adequação de seus hábitos para uma redução da temperatura de ingestão de alimentos e bebidas. Vale ressaltar que as pacientes já haviam sido alertadas sobre esse risco, mas o alerta não logrou êxito, e o convencimento quanto à necessidade de mudança de hábitos só ocorreu quando confrontadas com imagens produzidas na avaliação diagnóstica por fluorescência óptica. Descritores: Carcinoma, ilex paraguariensis, fluorescência, orofaringe, temperatura alta. 1 Odontologia – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq. 2 Química – Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. 3 Departamento de Bioquímica – ICBS
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