Resumo
A utilização de fibrina autóloga vem sendo pesquisada e utilizada para manutenção do
alvéolo após a exodontia com intuito de restabelecer a estrutura óssea remanescente. A I-PRF
e A-PRF são consideradas como nova geração de agregados plaquetários, preparadas a partir
do próprio sangue do paciente, atuando em fases fundamentais do processo de reparação
como angiogênese, controle imunológico, liberação de fatores de crescimento e de células
mesenquimas indiferenciadas e também como arcabouço para migração epitelial, sendo indicados
em diversas situações de reparo ósseo ou gengival, como a preservação do alvéolo
pós-extração dentária. Este trabalho tem por objetivo relatar o caso clínico de um paciente
com elemento dentário com fratura longitudinal (46), em que foi realizada exodontia e em
seguida foi utilizada fibrina autóloga processada com o protocolo de Choukroun (2014) em
fase líquida (I-PRF) e membranosa (A-PRF), observando-se a neoformação óssea através da
comparação por exames tomográficos antes do procedimento e após 120 dias.
Descritores: Adesivo tecidual de fibrina, processos fisiológicos sanguíneos, regeneração,
alvéolo dental.
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Informações Gerais
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Tratamento ortodôntico e cirúrgico com a técnica lingual
Correção de Classe III assimétrica por meio de ancoragem esquelética
Lifting facial com fios de polidioxanona espiculados (PDO) em paciente com assimetria facial
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar 





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