Resumo
Este estudo tem como objetivo avaliar a relação entre a extensão do cantilever em próteses totais fixas e a presença de peri-implantite e perda óssea peri-implantar em implantes distais. A amostra consistiu em 32 pacientes portadores de prótese total fixa implantossuportada
instalada há, pelo menos, 1 ano. Os implantes foram divididos em dois grupos conforme a
extensão do cantilever: G1) d 10 mm (43 implantes) e G2) d 10 mm (21 implantes). Os dados
coletados incluíram parâmetros clínicos, tais como profundidade de sondagem (PS), sangramento à sondagem (SS) e perda óssea (PO). Esses dados foram agrupados para cada implante
a fim de conduzir o diagnóstico de peri-implantite e perda óssea. Não houve diferença estatística (p<0,05) para os parâmetros clínicos avaliados ou para a presença da doença entre G1 – 8
(18,60%) com peri-implantite e 32 (74,42%) implantes com perda óssea e G2 – 3 (14,29%)
implantes com peri-implantite e 19 (90,48%) implantes com perda óssea. Conclui-se que a
extensão do cantilever não foi relacionada com peri-implantite e perda óssea nos implantes
distais.
Descritores: Peri-implantite, implantes dentários, próteses totais, prótese dentária fixada
por implante, próteses e implantes.
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