Objetivos: Verificar a prevalência das más-oclusões de Angle e hábitos bucais deletérios, em crianças na
fase de dentição decídua e mista atendidas na Clínica Infantil do Curso de Graduação em Odontologia da
Universidade Paulista – UNIP, na cidade de São Paulo. Material e Método: A amostra constituiu-se de 289
crianças, com idades entre 3 e 11 anos, que estavam em tratamento de Odontopediatria e Ortodontia. Foram
descritas as afinidades entre todos os fatores estudados e as diferentes más-oclusões. Para análise descritiva
realizou-se uma divisão quanto à faixa etária e sexo, submetendo os resultados a uma análise estatística
de variância e correlação dos fatores avaliados. Resultados: As más-oclusões de Angle apresentaram-se
em média: 40,8% Classe I, 45,3% Classe II e 13,8% Classe III, sem variação significante segundo a faixa
etária e o sexo. A prevalência de hábitos como agentes etiológicos mostrou percentual médio para onicofagia,
seguindo-se para sucção de chupeta e sucção digital. As alterações funcionais apresentadas foram
diversas, demonstrando uma incidência à alta de respiração bucal, ausência de selamento labial, deglutição
atípica e fonação alterada. Conclusões: A amostra estudada apresentou uma alta prevalência das más
oclusões de Angle e elevada incidência de hábitos e alterações funcionais, mostrando que é de fundamental
importância o diagnóstico precoce para atuação preventiva e interceptativa na Clínica Infantil.
Descritores: Prevalência. Má-oclusão. Hábitos deletérios. Prevenção. Diagnóstico. Ortodontia
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Informações Gerais
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