Vol. 11 – Número 44 – 2020
CADERNO DE IMPLANTODONTIA
Revisão sistemática
Página 65-69
Microgaps nas conexões implante-pilar – revisão sistemática
Reinaldo Francisco Maia1
Nasser Hussein Fares2
Marcelo José Carbonari3
Marcelo Guerino Couto4
RESUMO
A literatura mostra que a presença de microgaps na conexão entre o implante e o pilar torna-se um potencial complicador nos processos de restauração dental e contribui muito com falhas mecânicas e biológicas que podem ocorrer no curto, médio e longo prazo. A literatura também mostra diferentes aspectos relacionados às falhas no processo de osteointegração dos implantes dentais, no entanto, as complicações mais frequentes estão relacionadas às características mecânicas decorrentes do processo de fabricação dos implantes e seus componentes. A busca pela perfeita adaptação na região da interface implante-pilar (pode substituir por “pilar”?) deve ser primordial tanto para as empresas que fabricam, como para os profissionais que utilizam essa solução. O processo de perda do implante e as falhas na interface implante-pilar, em muitos casos, é/são caracterizad(o)(os)as pela microinfiltração bacteriana, que pode ocorrer em função da falta de adaptação entre o implante e o componente ou mesmo pelo afrouxamento do parafuso, que pode contribuir futuramente com a fratura do parafuso e nos processos de perda óssea marginal devido à sobrecarga aplicada. O objetivo deste artigo foi avaliar de maneira horizontal, de acordo com a literatura mais recente, microgaps nas conexões entre implante e pilar analisando as principais características mecânicas e biológicas.
Descritores: Microfendas, infiltração, bactérias, conexão implante-pilar.
1 Esp. em implante – ABCD, Presidente da ABCD/DF.
2 Me. em Materiais – FOB-USP, Presidente ABCD MT.
3 Insper – Instituto de Ensino e Pesquisa, Dr. em Ciência – Tecnologia Nuclear – Materiais.
4 Dr. em Materiais – FOB-USP, CD – TCE/RJ.
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