ortodôntico mudou nas últimas décadas. O número
de pacientes adultos e idosos do sexo feminino
cresceu consideravelmente. Esta mudança na demanda
trouxe desafios biológicos para o atendimento
ortodôntico, por muitas vezes tratarem-se
de pacientes com alterações sistêmicas ou sob uso
de medicamentos controlados. Dentre estes, podese
citar a deficiência de estrógeno e a osteoporose,
comuns nessa faixa etária, e que podem interferir
na movimentação dentária ortodôntica (MDO).
Esta revisão de literatura se propõe a descrever os
aspectos biológicos da movimentação ortodôntica
e a identificar como a deficiência de estrógeno e a
osteoporose podem interferir na remodelação óssea
e, consequentemente, na MDO. Este artigo objetiva
ainda alertar o ortodontista da importância
de se avaliar cuidadosamente a condição sistêmica
dos pacientes com possível deficiência de estrógeno/
osteoporose, para um correto diagnóstico e elaboração
do plano de tratamento.
Descritores: movimentação ortodôntica, estradiol,
osteoporose.
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