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Estudo comparativo entre enzimas utilizadas no metabolismo de medicamentos em pacientes com paralisia cerebral e anestésicos odontológicos


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Resumo
A administração conjunta de dois ou mais fármacos é uma situação comum na prática
clínica e pode criar efeitos terapêuticos indesejados. Podem surgir interações como alteração
na biotransformação através de enzimas microssomais criando metabólitos tóxicos. O objetivo
deste estudo foi comparar enzimas microssomais utilizadas no metabolismo de medicamentos
de uso contínuo em pacientes com PC e anestésicos locais. Esta pesquisa é um estudo quantitativo com abordagem descritiva, realizado através de coleta de dados de prontuários de
pacientes em tratamento no Lar Escola São Francisco (LESF) em parceria com a Universidade
Cruzeiro do Sul (UNICSUL). Foram avaliados prontuários de pacientes com paralisia cerebral
independente do sexo, idade e tipo de paralisia cerebral. A amostra foi constituída de 348
prontuários examinados, sendo 147 (42,2,%) do sexo feminino e 201 (57,8%) pacientes do
sexo masculino. A idade variou de 5 a 16 anos (média = 9,6 DP±5,4). Do total da amostra,
79% necessitavam de tratamento odontológico, com anestesia local. Quanto ao uso de medicamentos, 170 (49%) da amostra faziam uso de medicamentos neurolépticos. Concluiu-se
que o cuidado na co-administração de lidocaína, anestésico local empregado na Odontologia
e drogas anticonvulsivantes, diminuirá os riscos de hepatotoxocidade, uma vez que ambos
utilizam a mesma enzima microssomal. Assim, sugere-se o uso de sais anestésicos que utilizem outro citocromo como P450 CYP1A2, dentre eles a mepivacaína, articaína e bupvacaína.

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