Resumo
Atualmente, os ortodontistas encontram um mercado de trabalho altamente concorrido. A Ortodontia Lingual, desenvolvida em meados da década de 70, surgiu para ser superior do ponto de vista estético, e parece ser um diferencial nesse atual mercado de trabalho. O objetivo deste estudo foi de qualificar e quantificar o número de cirurgiões dentistas praticantes de Ortodontia Lingual no Brasil. A pesquisa foi realizada através de um questionário com 480 entrevistados no congresso Brasileiro de Ortodontia (SPO-2012), dentre eles estudantes, especialistas, mestres em Ortodontia e outros. Concluiu-se com este estudo que apenas 23 (4,8%) profissionais entrevistados eram praticantes da Técnica Lingual. Tais números parecem estar relacionados com a dificuldade de execução da técnica, alto custo e treinamento especial do profissional.
Descritores: Ortodontia, estética, educação em Odontologia.
Ativação de Alinhadores Ortodônticos Com Alicates – Uma Alternativa para Obtenção de Resultados
Correlação entre maturidade dentária e índice de massa corporal em pacientes com má oclusão de classe ii
Revisão sistemática sobre o tratamento combinado de ácido hialurônico e toxina botulínica “A” na harmonização facial
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Cirurgia Ortognática – Desmistificando a Cirurgia Ortognática – Uma Nova Visão
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Harmonizando face e sorriso
Cirurgia ortognática – a integração da ortodontia e cirurgia ortognática por meio de um diagnóstico craniofacial tridimensional em paciente com assimetria facial
Adenotonsilectomia e Classe Ii Esquelética – Estudo de Casocontrole
Coluna Ortodontia e Ideias – Tratamento de Mordida Aberta com a Técnica Ortodôntica Fixa Sem Bráquetes, com Tecnologia Tridimensional 3DBOT (Bracketless Orthodontics Treatment)
Reparação óssea no implante dental
Coluna Point of View – Arco Multiloop na Ortodontia da Era Digital. Quando, Por que e Para Quê? 



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