Vol. 11 – Número 43 – 2020
CADERNO DE ODONTOLOGIA CLÍNICA
Revisão sistemática
Página 92-98
Esterilização das pontas diamantadas – Revisão sistemática
Nasser Hussein Fares1
Haline Drumond Nagem2
Paulo Rompante3
Ana Margarida Freitas Peixoto Guedes Faria4
RESUMO
A esterilização ou desinfecção de superfícies ou pontas diamantadas são métodos indicados para a eliminação microbiana. As terminologias dos agentes que atuam sobre os instrumentos odontológicos com atividades antimicrobianas, muitas vezes trazem confusões para os cirurgiões-dentistas São nomenclaturas de modo abrangentes empregadas como sinônimos. Desinfecção: é um processo que elimina microrganismos patogênicos de seres inanimados, sem atingir necessariamente os esporos. Na Odontologia usa-se o detergente enzimático neutro. Esterilização é um processo que elimina todos os microrganismos esporos, bactérias, fungos e protozoários. Os meios de esterilização podem ser físicos como o calor seco (estufa) ou úmido (autoclave). Em conformidade com os resultados da revisão sistemática as conclusões suportam a indicação da limpeza dos instrumentais por fricção com sabão debaixo de água corrente para eliminação das sujidades, suportam que a indicação da desinfecção dos instrumentos por imersão em detergente enzimático no ultrassom é efetiva, mas não elimina os microrganismos, e que a esterilização se faz por dois sistemas. A seco com estufa e úmido em autoclave. A estufa é contraindicada pela Anvisa para esterilização dos instrumentais odontológicos. A autoclave é um processamento essencial para a prática odontológica e oferece esterilização segura com eliminação de todos os microrganismos aos instrumentos odontológicos.
Descritores: Esterilização, desinfecção, pontas diamantas.
1 Me. em Dentística – FOBUSP, Presidente ABCD-MT.
2 Dr.ª em Materiais Dentários – FOBUSP.
3 Odontopediatria, Chefe do serviço Saúde Oral Infantil – IUCS-CESPU- Portugal.
4 Prof.ª de Medicina Dentária Preventiva – IUCS-CESPU – Portugal, Doutoranda em Ciências Biológicas Aplicadas a Saúde – IUCS-CESPU – Portugal.
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso
Tratamento ortodôntico e cirúrgico com a técnica lingual
A necessidade de individualizar o preenchimento labial em cada paciente – série de casos
Reparação óssea no implante dental
Perspectivas atuais no uso da toxina botulínica na implantodontia
Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Classe ii, divisão 1 – da dentição mista à permanente com aparelho ortopédico funcional e fixo
Harmonizando face e sorriso
Possibilidades terapêuticas atuais para reabilitações implantossuportadas em mandíbulas atróficas
Preenchimento de glúteo com ácido hialurônico 



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