Avaliou-se in vitro o módulo de elasticidade e resistência flexural de três resinas compostas utilizadas para fixação de bráquetes ortodônticos, quando submetidas aos ciclos de
des-remineralização. Foi empregada uma matriz metálica bipartida para confecção de 90
amostras. Três grupos experimentais utilizando diferentes resinas compostas foram formados
(n=30 cada): G1-Filtek Z250 (3M), G2-Transbond XT (3M) e G3- Filtek P90 (3M). Metade das
amostras de cada grupo (n=15) foram submetidas aos ciclos de des-remineralização, simulando condições de alto desafio cariogênico; as demais foram armazenadas em saliva artificial
servindo como controle. Decorrido 10 dias, foi realizado o ensaio mecânico de resistência à
flexão de 3 pontos na máquina de ensaio universal (EMIC DL 2000), utilizando célula de carga
de 50 KgF e velocidade de 0,5 mm/min até a fratura das amostras. Os resultados foram submetidos à análise estatística Análise de Variância (ANOVA) e comparação múltipla de Tukey
(5%). Verificou-se que os valores médios de resistência flexural para as resinas de G1, G2 e
G3 apresentaram diferenças estatisticamente significantes, porém a alteração nos ciclos de
des-remineralização não promoveu diferenças estatisticamente significante entre os grupos
(p=0.562). Já para o módulo de elasticidade, tanto o efeito interação, bem como os tipos de
resinas para fixação dos bráquetes e os ciclos des-remineralizantes (p=0,00) apresentaram
diferenças estatísticas significantes. As resinas compostas apresentam diferentes valores de
resistência flexural e módulo de elasticidade, sendo que as condições de alto desafio cariogênico podem alterar significativamente o módulo de elasticidade desses materiais.
Descritores: Resinas compostas, módulo de elasticidade, bráquetes ortodônticos.
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