Com o objetivo de desenvolver, caracterizar e avaliar uma superfície microtexturizada de implantes
propôs-se a realização deste estudo primeiramente laboratorial, através da Microscopia
Eletrônica de Varredura (MEV) e microanálise por Energia de Dispersão (EDS) e, em um segundo
estágio in vivo em animais. Para isso, foram fornecidos pela empresa Implacil – Materiais Odontológicos
(Implantes DeBortoli) 24 implantes cilíndricos, os quais foram divididos em dois grupos: 1
– Implantes jateados por TiO; 2 – Implantes jateados e microtexturizados por imersão em ácido
Fluorídrico. Os resultados demonstraram que na primeira fase os implantes avaliados em MEV
do grupo 2 tiveram uma morfologia superficial muito mais uniforme e regular que o grupo 1.
Na análise por EDS também o grupo 2 apresentou um melhor resultado, não sendo identificado
nenhum tipo de contaminante em suas amostras, diferentemente do grupo 1 o qual tivemos a
presença de Alumínio. Na segunda fase em que foram utilizados seis coelhos, que receberam 2
implantes em cada tíbia, foi observado o índice de tecido ósseo corticalizado em contato com
a superfície, após oito semanas, tivemos um índice médio de 37,10% no grupo 1 e 58,73% no
grupo 2. Em conclusão podemos verificar que é possível controlar físico-quimicamente a microtexturização
superficial dos implantes e que isso além de dar uma conformação mais uniforme a
superfície, elimina a possibilidade de contaminantes, aumentando o índice de osteointegração e
formação de tecido ósseo corticalizado.
Descritores: Implantes dentais, microtexturização, superfície
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